Divulgação Científica

Tag: sustentabilidade

  • Volume 9 nº 1 – Temática em Sustentabilidade

    Volume 9 nº 1 – Temática em Sustentabilidade

    Iniciação – Revista de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística tem como objetivos principais: publicar artigos originais que apresentem resultados relevantes de pesquisas e desenvolvimentos realizados por alunos do ensino técnico ou superior; propiciar debate entre autores e leitores para o desenvolvimento do conhecimento nas áreas de pesquisa; além de contribuir com a formação acadêmica, científica e profissional de alunos de iniciação científica.

    Confira a revista na íntegra.

  • Volume 6 nº 1 – Temática em Sustentabilidade

    Volume 6 nº 1 – Temática em Sustentabilidade

    Confira a edição Temática em Sustentabilidade da Revista Iniciação, que conta com o dossiê especial em Sustentabilidade nas Olimpíadas Rio 2016.

    A revista Iniciação é uma publicação científica do Centro Universitário Senac.

    Acesse a edição na íntegra! Volume 6 n° 1

  • Vamos mergulhar na leitura da revista InterfacEHS!

    Vamos mergulhar na leitura da revista InterfacEHS!

    A revista InterfacEHS que completa 8 volumes e 23 números, procurou despertar a atenção aos temas focados em saúde, meio ambiente e sustentabilidade. Neste número trouxemos temas de reflexão empírica e teórica sobre reinternações hospitalares por doenças respiratórias em menores de 12 anos e as queimadas em Porto Velho-RO, Amazônia Ocidental. Também foi destacada sobre a violência que coloca em risco a saúde das cidades.

    No que tange ao meio ambiente foram apresentados aportes da necessidade de combinação das classificações de resíduos sólidos para a determinação das ações de gestão e gerenciamento, assim como, o uso de nova categoria para a efetivação dos sistemas de logística reversa dos materiais.

    Uma das contribuições científicas na área da cosmética com foco em sustentabilidade enfatizou criticamente a legislação orgânica em relação aos cosméticos de origens orgânica e natural. Outra contribuição sobre o “Estudo da consciência do consumidor com relação aos ativos sintéticos e ativos naturais presentes nos cosméticos” nos mostrou a comparação dos cosméticos utilizados sob ótica de sua composição, ativos de origem sintética e os que utilizam ativos de origem natural. Seguindo a reflexão sobre cosméticos sustentáveis, discutiu-se o tema nutricosméticos com enfoque na legislação nacional, despertando e compreendendo melhor o conceito de nutricosmético, bem como, a legislação pertinente, visando contribuir para os estudos sobre o setor de cosméticos e alimentos. Por fim, com olhar para o campo da estética, o trabalho “Indicação de uso de espécies vegetais para o tratamento da celulite com fins cosméticos” debulhou sobre a ação das substâncias ativas fitoterápicas no tratamento da celulite, procurando uma alternativa não invasiva para o tratamento.

    No mais, vale ressaltar, na Seção de Resenhas sobre “O uso racional de cosméticos e o seu descarte consciente e apelo do uso por produtos de origens orgânica e natural” e na Seção Tradução foi destacada sobre “Delivery of drugs applied topically to the skin” dos autores Vânia Rodrigues Leite-Silva, Mariana Mandelli de Almeida Aurélie Fradin, Jeffrey Ernest Grice e Michael Stephen Roberts, artigo publicado na Expert Rev. Dermatol. 7(4), p. 383–397, 2012.

    Esperamos que o conteúdo da revista enriqueça o seu aprendizado. Tenham uma boa leitura!

    Emília Satoshi Miyamaru Seo

    Editora

    Divulgação da revista InterfacEHS edição Vol. 8 nº 3.

    Acesse a edição na íntegra

     

  • Discussão crítica da legislação orgânica aplicada aos produtos cosméticos sustentáveis e investigação científica na prática do consumo.

    Discussão crítica da legislação orgânica aplicada aos produtos cosméticos sustentáveis e investigação científica na prática do consumo.

    Nos últimos anos, o mercado do setor cosmético tem desenvolvido de maneira crescente, com uma oferta cada vez maior de produtos. Da mesma forma, há uma demanda de produtos cosméticos dentro da indústria da beleza que alavanca o consumo. A indústria cosmética também tem feito sua parte, investindo em tecnologias mais limpas, no desenvolvimento de produtos com menor impacto ambiental e esforçando-se, assim como acontece em outros setores, para transmitir esses valores ao consumidor. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância – ANVISA, não se posiciona ou reconhece os conceitos destes produtos e, por consequência, a aceitação do registro. Por outro lado, países da Europa e os EUA tem-se empenhado em compreender melhor a inserção deste mercado e o estudo quanto a regulamentação. A certificação é de extrema importância, já que conquista a confiança do consumidor e dá à certeza de adquirir produtos verdadeiramente orgânicos. Atualmente, ainda há poucas leis nacionais e internacionais relacionadas diretamente ao conceito orgânico no setor cosmético, diferentemente da alimentícia. Pesquisa realizada com os funcionários e alunos do Centro Universitário Senac, Santo Amaro que participou da entrevista relatou que, em geral, não sabe distinguir quais são as principais diferenças entre um cosmético natural ou orgânico, sustentável ao sintético ou químico, pois falta repasse de informação do profissional para o consumidor de forma fidedigna perante aos cosméticos orgânicos, naturais ou sustentáveis e também credibilidade ou fidelidade para que o usuário continue a comprar cosméticos orgânicos, naturais ou sustentáveis e, por fim, a população espera de um produto com qualidade e que atenda às necessidades básicas e funcionais no local que será aplicado, além da relação custo e benefício, independentemente ser orgânico ou não.

    Autores: Danila Aparecida Souza Yamada, Leilaine Rodrigues de Lima, Samuel do Nascimento Santos, Alice Fushako Itani, Letícia de Cássia Valim Dias e Célio Takashi Higuchi.

    Texto de divulgação do artigo publicado na revista InterfacEHS Vol.8 nº3 Ano 2013.

    Acesse o artigo na íntegra!